ASPIRAS DO JORNALISMO

ASPIRANTES A JORNALISTAS ESCREVENDO MATÉRIAS, EXPONDO IDÉIAS.

A frase ficou conhecida após o filme "O Rei Leão", dita pelos personagens Timão e Pumba. “Hakuna matata” é uma expressão da língua suaíli, que literalmente significa “não há problemas”. Neste longa metragem o sentido dado a esta frase é ‘viver sem problemas’, forma de vida com que os protagonistas desenrolam a trama. Mesmo sabendo que tudo não passa de desenho animado, ainda sim dá uma ‘pontinha’ de inveja, afinal porque não podemos viver desta maneira também?

Viva sem problemas, ou melhor, Hakuna Matata. Psicológos e filosófos afirmam que os problemas são criados pelo nosso inconsciente, ou seja, eles não existem concretamente. Eu estou começando a acreditar nesta teoria. Afinal, sei que existem tantas pessoas com dificuldades maiores que as minhas, e todas elas continuam seguindo em frente, buscando alcançar seus objetivos, a sua realização.

A utilização da frase “Hakuna matata” neste texto teve somente o pretexto de nos fazer refletir o quanto somos felizes e muitas vezes não sabemos ou não damos valor. Os obstáculos fazem parte de nossas vidas, pois somos uma montanha russa de emoções e sensações. “O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem”. Por isso, devemos viver cada momento como se fosse o último.

“É lindo dizer
Hakuna matata, sim vai entender
Os seus problemas você deve esquecer,
Isso é viver
É aprender
Hakuna matata”


Alguém pode por favor me explicar por que diabos as pessoas gostam tanto de filas? As pessoas já buscam por filas involuntariamente em seu dia-a-dia. Se estão na rua tratando de qualquer outro assunto que não inclue uma fila e ao passar por um local e avistarem uma, logo são atraídos, como um imã. Se a fila for grande a atração torna-se 'fatal', estar nela significa uma questão de sobrevivência e sinônimo de felicidade.

Acho que nem Freud explica esse tal amor as filas. Só sei que este sentimento não me acompanha e espero nunca despertá-lo enquanto viver, rs.


Ufa! Passei por mais uma das difíceis atividades que a pofissão me exige. Desde que findou o contrato da jornalista Larissa Souza, (tá ficando famosa heim?!Segunda vez que a cito por aqui,rs), assumi o serviço que a ela era designado. Todas as manhãs fazer a ronda policial, indo ao Hospital Geral de Camaçari e a Delegacia do município, parece simples né?!Mas não é bem assim na prática.


Sempre buscamos as noticias de relevância e nós (jornalistas) não negamos que muitas vezes ficamos anciosos para que a polícia desenvolva uma grande ação, prendendo um traficante, um homicida, um estuprador entre tantos outros, mas tudo complica na hora que ficamos frente a frente com o infrator da lei. Na manhã da última sexta-feira (15), fiquei tensa ao ir até a delegacia tirar foto de um homem que abusou de uma criança, mas o medo/nervoso ou sei lá o que, não foi por causa desta criatura e sim por outro que também fotografei no inicio desta semana, ao ser detido por tráfico de drogas, porte ilegal de arma e um homicidio cometido em 2007.

Na sexta-feira assim como na segunda-feira (quando o fotografei), ele ficou me olhando fixamente, como se queizesse gravar as minha feições. Não vou mentir para vocês que até tremi um pouco, tanto que tirei rapidamente a foto do acusado de abuso sexual e sai da sala. A exposição é um risco eminente a profissão que escolhi, ao fazer estes tipos de matérias ficamos totalmente expostos. Sabemos que em breve estes autores de delitos podem estar nas ruas da cidade e nos encontrar. Mesmo que não queiram se vingar de alguma forma por termos exposto de certa forma a sua vida, nos causa receio estar no mesmo ambiente, criando logo o desejo de sair do local.


Imagem/ilustração - Juca Kfouri


Este foi o comentário de minha ‘blodi’ Larissa Souza, também jornalista, ao ver a foto que ilustra este texto em meu álbum, no Orkut. Neste dia estávamos os três (Eu, Aline Marques e Henrique Oliveira) trabalhando na cobertura das festividades ao padroeiro de Camaçari, São Thomaz de Cantuária. Apesar de ser um feriado municipal e a maioria das pessoas estarem simplesmente passeando e ‘curtindo a folga’, nos estávamos lá, bem humorados, pois quando estamos juntos tudo fica especial.


A felicidade, a diversão, a alegria é evidente na face destas três criaturas, ou melhor jornalistas, que estavam no momento desta foto torcendo para que a missa acabasse, com exceção de Aline, e pudéssemos então falar com o padre e assim finalizar o nosso árduo dia de trabalho, rs.

Quanto a pergunta: “Eles trabalham se divertindo ou se divertem trabalhando?”, acho meio difícil de responder. Quando estou com eles o meu sorriso sempre é espontâneo, eles simplesmente me fazem bem. Espero ainda poder encontrá-los muitas outras vezes em coberturas de eventos ou cumprimento de qualquer pauta, para que o trabalho e a diversão sempre caminhem juntos.

Quem sou eu...

Quem sou eu...
Anami Brito, brasileira, baiana, filha de dona Ana e de seu Valmir. Jornalista, vivendo em Camaçari e Salvador. Eterna admiradora da sabedoria de minha avó, Valdelice. Cantora de chuveiro, tímida, 23 anos de idade. Gosto de dançar, de sorvete, de ler e amo viajar (apesar de ter poucas oportunidades).

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